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Categoria: OS FILHOS ILUSTRES DE PROPRIÁ

Carlos Britto toma posse no TSE nesta terça

propria 06/05/2008 @ 15:18
Ministro sergipano foi eleito para o cargo na sessão plenário do último dia 8 de abril
 


Ministro Carlos Britto / Foto: José Cruz - ABr

O ministro Carlos Ayres Britto toma posse nesta terça-feira, 6, às 19h, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para cumprir um mandato de dois anos. A cerimônia será no Plenário da Corte, em Brasília.

Ele foi eleito em sessão plenária no último dia 8, por seis votos a um. Na mesma ocasião, foi escolhido o ministro Joaquim Barbosa para exercer a vice-presidência do TSE.

 

História


Carlos Ayres Britto formou-se em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, em 1966, fez curso de pós-graduação para Aperfeiçoamento em Direito Público e Privado na faculdade sergipana e de mestrado em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Também fez doutorado em Direito Constitucional pela PUC paulista.

Ayres Britto exerceu a advocacia e atuou em cargos públicos em Sergipe, como o de consultor-geral do Estado, procurador-geral de Justiça e procurador do Tribunal de Contas. Entre 1993 e 1994 foi conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Ministro do TSE desde 2006, Carlos Ayres Britto é conhecido por apreciar muito a literatura. Nascido em Própria (SE), ele é membro da Academia Sergipana de Letras. Entre os livros de poesia publicados por Ayres Britto estão: "Teletempo"; "Um lugar chamado luz"; "Uma quarta de farinha"; "A pele do ar"; "Varal de Borboletas".  Foi nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em junho de 2003.

Com informações do TSE

Propriá na crônica de Marcos Melo

propria 12/06/2007 @ 16:05

Propriá aparece, mais uma vez, no primeiro plano das lembranças de um dos seus filhos ilustres, o economista, advogado e professor Marcos Melo, autor de uma trilogia propriaense, repleta de evocações. O último dos três livros – Falando propriamente (Aracaju: Editora do Conde, 2007) amplia o horizonte da saudade, que o autor carrega como parte das suas coisas, entre as mais bem guardadas, com nomes, fatos, situações, todos fixados no único objeto: a cidade, seu rio em contínua viagem até a foz, personagens, instituições, tudo o que dá vida e experiência a Propriá. Estância, no sul de Sergipe, era guardiã de muitas memórias, graças aos cronistas locais. Vários autores – Machiavelli (também conhecido como Nhô Galo, pseudônimo de Manoel Rodrigues Nascimento), Raimundo Souza, Francisquinha Assunção, Edilberto Campos – ungidos da mais completa admiração pela cidade, fizeram aflorar em suas obras tudo aquilo que Estância tinha de singular, de belo, de tocante, e que tanto quanto os azulejos portugueses da rua Capitão Salomão, valia como um patrimônio social. Propriá ganha seu cronista e emparelha seu interesse em registrar a saga do seu povo, como fez Estância. Marcos Melo é o cronista, com fôlego de ficcionista e método de historiador, anotando fatos, cruzando dados, construindo uma narrativa rica de detalhes, conotada pela psicologia dos personagens, de tipos e épocas diferenciados, que são movimento a tudo o que vale lembrar. O universo abarcado pelo escritor é inesgotável, que tanto permite mergulhar no passado glamoroso da cidade, com suas “fábricas” de desencaroçar algodão, extrair seu óleo e comercializar dentro e fora de Sergipe, como fragmenta o cotidiano social, particulariza episódios, individualiza os exemplos, como o Dr. Faninho - Volfano Gaspar de Melo, a quem o livro é dedicado, como uma representação memorial do povo. É previsível que Marcos Melo continue anotando os acontecimentos, os relatos biográficos, as curiosidades, os traços da sociedade de Propriá e as singularidades locais, para comparecer de público com seus livros, representação gráfica dos seus guardados, e que agem pedagogicamente nas novas gerações, como partilha de um patrimônio feito público pela sensibilidade do autor. O exemplo de Marcos Melo deveria ser seguido por outros sergipanos, que pudessem dedicar um pouco de tempo e de sensibilidade, para fixar informações sobre a vida sergipana, nos muitos lugares do Estado. O levantamento revelaria, sem dúvida, uma notável paisagem evoluindo, dia a dia, debaixo de um sol constante ou sob a luz cumpliciada da lua, nas noites secretas das pessoas. Há um repertório fantástico de lembranças, ao dispor dos cronistas, para o encanto que o passado, ainda que em cacos, revela.

Falando propriamente é mais um testemunho da competência do novo escritor, que surpreende, mais uma vez, os leitores com suas crônicas, mescladas de recordações. Ivan Valença, decano do jornalismo escrito, diz no texto que serve de orelhas ao livro, que “Dentro do possível me abraço a cada livro de um sergipano como se ali estivesse minha própria vida.”

O novo livro de Marcos Melo cumpre, portanto, uma função cultural que é ampliada pelo interesse de todos, sobre as coisas da terra.

 

Fonte: Infonet

Prefeito Pedro de Medeiros Chaves

propria 10/05/2007 @ 21:27

      Pedro de Medeiros ChavesPedro de Medeiros Chaves, nascido em junho de 1900, teria completado 100 anos. Ele foi prefeito de Propriá e deputado. Ergueu o obelisco em comemoração aos 150 anos da emancipação política da cidade. Foi o primeiro a dedicar uma praça no Brasil com o nome de Luiz Gonzaga, seu amigo. Pedro Chaves foi um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento de Propriá. Nascido em Propriá onde residiu, Obeliscopertencendo à numerosa e conceituada família, foi prefeito é elemento de real prestigio no seio de todas as classes. Deputado Estadual de 1/1/1947 a 1/1/1950 o Sr.Pedro de Medeiros Chaves foi candidato vitorioso no pleito de 3 de outubro de 1950 para o cargo de Prefeito do Município de Propriá.

Prefeito Martinho Dias Guimarães

propria 10/05/2007 @ 21:18

Dep.Martinho Dias GuimarãesØ Martinho Dias Guimarães, Nascido em Própria o membro ilustre de uma das maiores famílias desta terra, o Sr.Martinho Guimarães foi um dos grandes administradores. Intendente de 1929-1930 e Prefeito de Propriá no ano de (1935-36-37-1942-43-44-45-46-47). Deputado estadual pelo Partido Social Democrático em 1947 e reeleito pelo mesmo Partido no pleito de 3 de outubro de 1950.

Desembargador Wellington Pacheco Barros

propria 10/05/2007 @ 20:59

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Ø      Desembargador Wellington Pacheco Barros

Natural de Propriá/SE. Nascido em  11 de outubro de 1948. É casado e tem 2 filhos. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade de Sergipe, em 1971, Mestre em Direito pela PUC/RS.

É Professor da Escola Superior da Magistratura, da URCAMP – Campus de São Gabriel, Santana do Livramento e Bagé em Abril de 1998 e março de 2003. Nomeado Juiz de Direito em 1975, atuou nas comarcas de Caxias do Sul, Bagé, Lavas do Sul, Santo Augusto, Lagoa Vermelha, Uruguaiana, Viamão e Porto Alegre. Promovido a Juiz do Tribunal de Alçada em 1994 e, a Desembargador do Tribunal de Justiça, em abril de 1998. É membro da 4ª Câmara Cível e do 2º Grupo Civel. Eleito Coordenador-Geral do Centro de Estudos do TJ/RS por aclamação, pelo Órgão Especial, em 17 de março de 2003.
Tem mais de 100 palestras realizadas no Brasil

Dr. José Rodrigues da Costa Dória

propria 08/05/2007 @ 22:18

José Rodrigues Dr. José Rodrigues da Costa Dória

Filho legitimo do casal Gustavo Rodrigues da Costa Doria e Dona Maria da Soledade Costa Dória, o Dr.Rodrigues Dória nasceu nesta cidade, aos 25 de julho de 1857. Diplomou-se em medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 16 de dezembro de 1882.Foi professor catedrático de Historia Natural Medica da referida faculdade. Fundada a faculdade Livre de Direito da Bahia. Ocupou a cadeira de Medicina Legal que exerceu até próximo a sua morte. Foi eleito deputado federal por Sergipe, cujo mandato viu renovado por 4 legislatura. Foi presidentes do Estado de Sergipe no triênio de 24 de outubro de 1908 a igual data de 1911, governo modelar de critério, honestidade e justiça. Homem de letras e portador de vastíssima cultura legou à mocidade estudiosa da sua Pátria grande cabedal cientifico numa fértil e abundante cópia de trabalhos publicados sobre vários assuntos, em torno dos quais a imprensa mundial! Bordou os mais justos e elevador conceitos. Faleceu em salvador, aos 14 de janeiro de 1938, tendo a sua morte aberto uma lacuna impreenchível.

1)Fonseca Doria.
Fixam-se pelo rio Real na primeira metade do século XVII. Descendem do primeiro casamento de Clemenza Doria (c. 1538-após 1591) com Sebastião Ferreira, Ý 1556 junto com o bispo. Para a linha ver meu livro _Os H do P_. Descende também de Melchior Dias Moréia, e no começo da sua carreira o cel. Moribeca, Belchior da Fonseca Saraiva Dias Moréia se assinava Belchior da Fonseca Doria (como p.e. em Antonil). Só tenho fragmentos da genealogia nos séculos XVII e XVIII, que vão aparecer no livro _Caramuru & Catarina_ devido a seu parentesco aos próprios.(No Rio houve um ramo colateral destes, que Rheingantz estudou e que ampliei com ajuda do Barata e de Ricardo Teles Araújo; a este se deve tb a genealogia que vou publicar no _C & C_.)
2) Rodrigues Doria.
Surgem em Propriá na segunda metade do século XVIII. O ancestral mais antigo é o cel. Antonio Rodrigues da Costa Doria. Dele era bisneto Rodrigues Doria - José Rodrigues da Costa Doria, que foi deputado federal e presidente de Sergipe, conhecido como Rodrigues Doria. Os Sampaio Doria de S. Paulo (Antonio de Sampaio Doria e colaterais) descendem por linha
feminina destes, assim como a família Barros Serra Doria, também de S.Paulo. (Atenção: tem *outros* Sampaio Doria, Roberto de Abreu Sampaio Doria, Luiz Antonio e um terceiro que são meus primos perto, filhos de Waldemar da Costa Doria, um policial que foi assassinado por Giulio Amleto Meneghetti e hoje é nome de rua em SP.) Rodrigues Doria dava-se muito com meu bisavô Diocleciano da Costa Doria, me contava papai. Mas apesar dos nomes coincidentes (meu trisavô era José da Costa Doria) e de Rodrigues Doria se referir a *Doloque* o bisavô como `primo,' este dizia, ``muito simpático, muito simpático, mas não é parente.'' Além de hipóteses muito frágeis - chutes aleatórios - não tenho a menor idéia de onde vieram. Não aparecem nos arquivos baianos.

Dom Antônio dos Santos Cabral

propria 08/05/2007 @ 22:09

Dom Cabral

O primeiro Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Antônio dos Santos Cabral, nasceu no dia 08 de outubro de 1884, em Propriá (SE). Dom Cabral iniciou seus estudos em Propriá, depois foi para a cidade de Penedo (AL) e mais tarde matriculou-se no Seminário de Santa Teresa, em Salvador (BA). Sua ordenação sacerdotal deu-se em 1º de novembro de 1907. Regressou a Propriá, onde ficou como coadjutor do cônego Rosa. Permaneceu nesse posto de 1907 a 1912. Foi promovido a pároco em 05 de março de 1912, onde ficou até abril de 1918. Em reconhecimento ao seu excelente trabalho, Dom Cabral foi nomeado cônego capitular da Sé de Aracaju e recebeu do Papa em janeiro de 1914 o título de monsenhor. Daí a pouco seu nome seria lembrado para bispo. Para surpresa de muitos, Dom Cabral rejeitou duas vezes, em abril de 1916 e depois em junho de 1917, sua indicação para bispo de Natal. Mas a obediência à voz da Igreja falou mais alta e em 1º de outubro de 1917 foi publicada a bula do Sumo Pontífice Bento XV que o nomeou bispo de Natal. A Sagração de Dom Cabral deu-se na Catedral Metropolitana, em 14 de abril de 1918. Incansável, ele criou dezenas de instituições católicas na capital do Rio Grande do Norte. Chegou a ordenar oito sacerdotes e tinha iniciado a construção do Seminário e da nova catedral quando foi surpreendida pelo ato da Santa Sé que o transferiu para a diocese de Belo Horizonte. Sua chegada à capital mineira aconteceu em 30 de abril de 1922. A posse de Dom Cabral como bispo aconteceu no dia 30 de abril de 1922. Ele foi residir numa casa denominada Palacete Levindo Lopes, localizada na Rua Guajajaras, 329, centro de Belo Horizonte. Esse imóvel era alugado e a diocese de Belo Horizonte praticamente não tinha bens. Com o espírito empreendedor que já demonstrara no período que fora bispo de Natal, Dom Cabral "arregaçou as mangas" e se pôs as trabalhar para formar algum patrimônio.A primeira aquisição foi o casarão da Rua Espírito Santo, onde passou a funcionar a Cúria. Várias paróquias começaram a ser construídas e depois de algum tempo o arcebispo conseguiu comprar o prédio Antônio Daniel da Rocha, localizado na Rua Rio Grande do Norte, onde passou a residir. Lá também começou a funcionar o Seminário Coração Eucarístico de Jesus. O próximo investimento de Dom Cabral foi adquirir a Vila Anchieta. Resolveu então dividi-la em lotes e vender. Com o dinheiro arrecadado adquiriu a Fazenda Pastinho, no bairro Bela Vista, hoje bairro Dom Cabral. Lá iniciou as obras do Seminário Eucarístico de Jesus. Mais tarde, parte dele se transformaria na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Outra iniciativa de Dom Cabral foi vender o edifício Antônio Daniel da Rocha.Com o dinheiro arrecadado adquiriu um terreno na Praça da Liberdade, onde construiu o Palácio Cristo Rei. O arcebispo ainda montou um Seminário Preparatório na Avenida Augusto de Lima e adquiriu outros bens para a Arquidiocese. Em 1957 começou a ter problemas de saúde e morreu em 1967, aos 80 anos de idade.

Brasão de Dom Antônio dos Santos Cabral

Uma das coisas mais belas na vida cristã é que a graça não aniquila nem destrói a natureza. Em cada santo, em cada cristão que vive sob o influxo da graça, em cada um se pode reconhecer o homem, com seu temperamento, com seus gostos, com suas preferências. É o próprio Deus respeitando o homem.     Encontramos um exemplo palpável desta realidade em Dom Antônio dos Santos Cabral. Até nas suas armas se lhe descobre a face do temperamento. Lá está o São Francisco, com o barquinho à vela enfunado, assim mesmo como povoou a sua vivacidade infantil. É o símbolo da Pátria, deste sagrado amor ao Brasil. Na partes superiores do escudo, sobrepondo-se ao símbolo da Pátria - ficam os símbolos da fé, como afirmativa de que aos interesses da terra se sobrepõem os interesses do céu. Lá estão eles, os dois símoblos augustos - o da Santíssima Virgem e o da Eucaristia, como dois brasões que escudam sua vida.Maria, a mais terna e admirável das mães, cuja devoção vale para todos como um penhor de salvação. E a Eucaristia, vida e alimento nosso, paixão máxima de todas as almas de apóstolo. Dom Cabral quis colocar a Eucaristia como instrumento vivificador de todos os seus empreendimentos:   "PER EUCHARISTIAM VIVAT IN NOBIS CHRISTUS". É um lema que, realmente, informou toda sua atividade.

Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto

propria 06/05/2007 @ 11:37

Carlos Britto

 

Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto

Nasceu em 18 de novembro de 1942, na cidade de Propriá. Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Sergipe em 1962, obtendo o diploma de Bacharel em 1966. A partir de 1967, passou a militar na advocacia. Realizou os cursos de pós-graduação em Aperfeiçoamento em Direito Público e Privado pela Faculdade de Direito de Sergipe (1974/1975); de Mestrado em Direito do Estado (1981/1982) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP, e de Doutorado em Direito Constitucional (1998) por essa mesma Universidade. Em Sergipe exerceu os cargos de Consultor-Geral do Estado, de 15-3-1975 a 15-3-1979; de Procurador-Geral de Justiça, de 15-3-1983 a 27-4-1984; de Procurador do Tribunal de Contas, de 1978 a 1990; e de Chefe do Departamento Jurídico do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado - CONDESE, de 1970 a 1978.

Foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, por decreto de 5 de junho de 2003, na vaga decorrente da aposentadoria do Ministro Ilmar Galvão, havendo tomado posse em 25 do mesmo mês. É membro da Academia Sergipana de Letras.

Bernardo Machado da Costa Doria,

propria 06/05/2007 @ 11:29

Bernardo Machado da Costa Dória

Bernardo Machado da Costa Doria,

Nasceu em Propriá, Sergipe a 11 de março de 1811.
Diplomou-se, em Direito, pela Academia de Olinda.
Dedicou-se à magistratura e logo foi nomeado juiz de Direito da antiga comarca de Alagoas (1839-1841), da de Vila Nova e da de Propriá, nesta se conservando até o ano de 1854. Foi duas vezes, interinamente, Chefe de Polícia.
Por decreto de 1 de fevereiro de 1854 foi nomeado Chefe de Polícia do Rio Grande do Sul, vindo, posteriormente, ocupar a 1ª Vara Comercial de Recife, nomeado por decreto de 12 de novembro de 1856, onde também, em 1859, foi Chefe de Polícia interino.
Nomeado por Carta Imperial de 18 de fevereiro de 1857 presidentes da Província do Rio Grande do Norte.
Pelo decreto de 23 de janeiro de 1863, foi removido em 1872, para a do Recife, e para a da Fortaleza que a inaugurou na qualidade de presidente, cargo para o qual foi nomeado em 7 de novembro de 1873.
Coube, pois, a Bernardo Machado da Costa Dória a glória de instalar o Tribunal de Relação de Fortaleza a 3 de fevereiro de 1874 em virtude da determinação contida no art. 1º do decreto n.º456 de 5 de novembro de 1873.
Voltou por decreto de 17 de abril de 1875 para a Relação do Recife até ser decretada a sua aposentadoria. Em Sergipe desempenhou as funções de terceiro vice-presidente (1851-1854).
Era Conselheiro do Imperador, Oficial da Ordem da Rosa, tendo deixado publicados dois trabalhos: o "Relatório" que apresentou a sua gestão na governança do Rio Grande do Norte e o "Discurso" inaugural da Relação de Fortaleza, da qual passou a ser, em ordem numérica o Primeiro Desembargador.
Faleceu, no Recife, a 5 de outubro de 1878.

Imperial Ordem da Rosa

Ordem da RosaInsígnia: anverso– Estrela branca de seis pontas maçanetadas, unidas por guirlanda de rosas. Ao centro, medalhão redondo com as letras P e A entrelaçadas, em relevo, circundado por orla azul-ferrete com a legenda "AMOR E FIDELIDADE". Reverso: igual ao anverso, com alteração na inscrição para a data 2-8-1829, e na legenda para "PEDRO E AMÉLIA". Fita e banda rosa-claro, com duas orlas brancas.
Graus: cavaleiro, oficial, comendador, dignitário e grã-cruz.

Em 1829, para perpetuar a memória de seu matrimônio com D. Amélia de Leuchtenberg e Eischstaedt, D. Pedro I criou a Imperial Ordem da Rosa.

Foi, também, um trabalho realizado por Jean Baptista Debret que, seguindo alguns historiadores, teria se inspirado nos motivos de rosas que ornavam o vestido de D. Amélia em retrato enviado da Europa, ou com o qual teria desembarcado no Rio de Janeiro. Esta Ordem servia para premiar militares e civis, nacionais e estrangeiros, que se distinguissem por sua fidelidade à pessoa do imperador e por serviços prestados ao Estado, e comportava um número de graus superior às outras ordens brasileiras e portuguesas, então existentes. De 1829 a 1831, D. Pedro I concedeu apenas 189 insígnias, mas D. Pedro II, em seu extenso período de reinado, chegou a agraciar, com esta ordem, 14.284 cidadãos.